Você não está só

Minhas vontades, minha luta, meus desejos. Minhas felicidades, minhas tristezas e minha dor. Elas SEMPRE parecem únicas, como se Deus tivesse me escolhido pra hora estar no topo, hora no fundo do poço, ou até mais profundo que isso.

Mas se olhar direitinho, mas bem direitinho dá pra ver que a minha dor é a sua. Sofreremos em momentos diferentes, e reagiremos diferente. Ainda assim, não posso julgar sua dor e dizer que é menor que a minha.

Todos os dias vejo publicações no instagram com 1mi de likes, aos quais retratam o que eu estou passando, mas também o que esse 1mi está.

Isso não diminui o que estou passando, nem dá uma luz sobre como será em seguida. Mas é extremamente importante pra seguirmos firmes, sabendo que sim, tem saída.

Encontre quem sofre como você, e talvez amenize um pouco do sofrido. E pra quem se pergunta se fez o certo, ou o porque do que houve ter sido assim, uma das não explicações é a que acabei de ler.

Boa leitura e boa busca pelo conforto interno.

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Cegueira

Quando se ama, a cegueira é algo que te acompanha todo dia. É como falam das mães, que acham fofo até quando os filhos defecam as fraldas e sem resistir soltam um “own”.

Por muito você se empenha em estar sempre com a pessoa, mas ela não faz o mesmo por você. Você abre mão de uma vontade pela pessoa, mas ela não faz o mesmo por você. E quando a lota de mensagens, e recebe somente palavras monossilábicas como resposta, você aparenta não perceber.

No fundo você sabe, mas simula a cegueira e segue em frente.

Porém chega um momento (oremos que ele chegue para todos), em que a venda cai, e você se dá conta do quão errado isso é, e como devia se dar maior valor do que realmente dá.

Quando esse momento chega, você muda. E muda pra nunca mais voltar.

E sabe como se dá conta de que chegou nesse ponto?! Quando percebe a quantidade de mensagens que aquela mesma pessoa passa a te mandar, quando ela passa a querer saber do seu dia, quando ela se mostra uma outra pessoa porque ela percebeu que sente falta daquela atenção toda que tinha.

Mas ai meus caros, sinto muito. Esse é um amor que não volta. Você aprendeu a se dar valor, e pra você aquela pessoa se resume às ações do passado, e insistir já não faz mais sentido.

Por isso hoje digo a vocês, se você é a pessoa que não dá atenção, acorda pra vida. NINGUÉM vai correr atrás de você pra sempre. E quando VOCÊ quiser aquela sensação de atenção de volta, será tarde demais. E se você é a primeira pessoa e se vê nessa situação, se dê o valor; você não deve ficar em lugar nenhum onde não se sinta a pessoa mais amada do mundo todo.

Sobre estar cansado

O aperto vem, e não tem escapatória. Você tenta vencê-lo, mas quando se dá conta, já está desanimado e reclamando de tudo.

É claro que há fundamento, apesar de saber que algo está errado, sei também que tem muita verdade no que eu sinto. Não conseguir sair do lugar pode amedrontar e muito. O sentimento de “estagnação” ainda será o mal do século. Ninguém mais quer se sentir incompleto, parado, sem progredir. E esse é o problema.

A sensação de insatisfação é constante pra mim. Estou feliz, mas sabendo que poderia estar mais. Como? Não sei, mas sinto que não estou na plenitude da minha felicidade; e nem nunca estive.

Até mesmo um guarda-roupa desarrumado, quando percebido, pode me tirar da linha, por mais que eu esteja feliz a meio segundo antes. E como é fácil eu sair da linha. Quando dou por mim, já é tarde demais, a insatisfação tomou conta.

Nessa luta diária não adianta, terei que passar sozinha, porque a minha insatisfação é diferente da sua. A sua tolerância pode ser maior, ou menor -e nesse caso, sinto muito por você-, mas ela existe, e não é compreendida pelo outros.

Ainda não descobri como burlar esse nervosismo que cai sobre mim hora ou outra, e também acho que não conseguirei -quando estou assim (é o caso enquanto escrevo esse texto), minha negatividade aflora, e como boa sensitiva que sou, acabo causando meu próprio caos-, porém sigo tentando, numa arrumação aqui e outra ali, na troca incessante de planos de fundo e nas constatações mais óbvias de me tornar um ser humano melhor, que ignorarei duas horas a frente.

É um caminho geralmente sem volta, mas que um dia espero pegar o trem só de saída e não lembrar de como era antes.

Conectado: Acalmando a alma

O dia da provação não se explica. Se aceita. Não tente entender, viva, seja paciente, persevere.

Ezequiel Gomes


“Obama se aposentou aos 55 anos, e Trump começou aos 70.

Nova York está 3 horas à frente de Los Angeles, mas isso não torna Los Angeles mais lenta.

Alguém se formou aos 22 anos, mas esperou 5 anos antes de conseguir um bom trabalho.

Alguém se tornou CEO aos 25, e morreu aos 50 anos, enquanto outro se tornou CEO com 50, e viveu 90 anos.

Alguém ainda está solteiro, enquanto outra pessoa se casou.

Todos neste mundo trabalham com base no seu fuso horário.

As pessoas ao seu redor podem parecer estar à sua frente. Alguns podem parecer estar atrás de você. Mas todos estão executando sua própria corrida, em seu próprio tempo.

Não os invejem e não os zombe. Eles estão no próprio fuso horário, e você está no seu.

A vida se resume em esperar o momento certo para agir. Então relaxe….

Você não está adiantado.

Você não está atrasado.

VOCÊ ESTA NO TEMPO CERTO.”
via: Cleberson Oliveira

foto: Bruno Camargo

Autor: Desconhecido

Falhar

Falhar é algo comum, e também bem relativo. Cada um de nós pode falhar em diversos aspectos, e em alguns casos podemos até ficar tensos de saber dessa possibilidade. É uma corda bamba sem fim. Todos os dias, a toda hora.

E ninguém quer. Falar é um verbo que assusta, e que quando sentimos ele presente, é puxado demais.

Mas e se por falhar, pensássemos em não agir como gostaríamos? Quando não damos “bom dia” ao motorista do ônibus, e depois nos damos conta disso. Sim, pra mim, isso é falhar como pessoa. E se a situação fosse quando alguém vem falar com você, e você ja age na defensiva, ignora o sentimento do outro, não pergunta se esta bem?! Sim, isso é falhar como pessoa.

É extremamente comum que essas falhas aconteçam. Somos humanos, errar é nosso karma, e quando nos damos conta -ou não-, já erramos. Porém não podemos nos deixar habituados a essas falhas, as pequenas, porém que moldam quem você é.

Hoje, ainda a pouco, fui a pessoa que falhou. Podia ter dado mais atenção e não dei. Demorei a me dar conta -como disse, o automático é onde não podemos nos encaixar-, porém o fiz.

Nesse momento me arrependo, e gostaria de ter sido mais humana, e com isso tiro de experiência tentar não ser assim numa próxima oportunidade.

Espero poder conseguir, e com esse texto, espero que não precise passar por essa falha para se dar conta. Mas se passar, não entre no automático.

Corporativando-se

Você nasce em uma família que sempre te deu amor, tudo o que precisou e tudo o que quis. Que te educou sobre o certo e o errado, e que exigiu essa educação de você desde o início.

Essa vivência fez de você alguém que gostasse de ler, de estudar, e que sempre se deu bem nas aulas e nas provas.

Isso é muito visto desde sempre, o colega de classe que não faz questão de se enturmar, porém que tira A/10 em todas as avaliações. E é sobre isso que quero falar, o outro lado da moeda da indiferença gerada pela inteligência.

Se você é essa pessoa, de certo já pensou em como existem retardados ao seu redor, e em como um dia todos eles trabalharão para você, que após estudar e se aplicar muito, mostrará pra eles o quanto compensou.

Mas o segredo disso? Não só o conhecimento técnico basta para crescer. Desista dessa ideia. Você precisa de pessoas. O seu talento para locução, para tomar a frente de grupos, a prestabilidade em ensinar os passos certos… Isso te levará longe, se somada a sua habilidade técnica.

E porque resolvi abordar isso? Porque eu vejo muito jovens tentando trilhar esse caminho, da individualidade, e esquecendo do que te leva a ele, o trajeto.

VIVA

CONVERSE

IDENTIFIQUE AS NECESSIDADES

E quem sabe um dia você poderá ser o manda-chuva que deseja tanto ser. Caso contrário, será um mero funcionário com 10/15 anos de casa, que parou no tempo em questão de cargo.

Melhore por você, e não demore pra isso!

Gastronomizando #1 – Bullguer Jundiaí

Oi, olá!! Tenho me aventurado em comer em lugares diferentes, fugindo do clichê Burger King, que já facilitou muito minha vida. E proporcionado por esse novo hábito, hoje poderei falar sobre um lugar que me surpreendeu muito recentemente; o Bullguer Jundiaí.

bullguer_novo

Se você é do tipo que costuma ir a shopping centers, provavelmente já se deparou com a seguinte situação: olhar um lugar que parece ter comida ótima, ser bem confortável, mas não entrar, pensando que o preço estará lá nas alturas. Pois bem, isso acontece! Porém esse estabelecimento teve uma sacada que já é bem vista por ai… colocar o cardápio na porta. Simplesmente amo, e ai nessa já ganharam um pontinho comigo.

Visto de fora, trata-se de uma lanchonete bem diferentona, dessas que inovam na decoração com pendentes para as lampadas, bancos industriais, mesas em disposições divertidas e com parede sem acabamento. Para quem gosta, que é meu caso, realmente dá vontade de entrar, e ao fazer isso, a coisa só melhora…

bullguer-jundiai

A equipe é muito simpática desde o início, e faz questão de te deixar a confortável, seja oferecendo uma cadeira extra para bolsas, ou uma localização próxima a tomadas. Gentileza é a palavra!!!

Dos itens do cardápio (a variedade de lanches não é enorme, mas todos podem ser modificados, acrescentando ou retirando algo, o que torna a gama de opções impressionante), os dois que mais me chamaram atenção foi o lanche de queijo camembert, ao qual vem empanado ocupando o papel de “hamburger” do lanche, e a releitura da famosa pink lemonade, feita com limão taiti, siciliano e amora; simplesmente maravilhosa. Além disso, vale dizer que as fritas vem numa temperatura perfeita e acompanhadas de molho de alho magnifico (ressaltando que costumo não gostar de molhos de alho).

Um outro ponto que gostei bastante é quanto ao tempo de preparo dos alimentos. É mais rápido que os fast foods que frequento, juro! E para melhorar ainda mais, é servido no estilo restaurante; primeiro vem o acompanhamento e bebida, e depois o lanche, para não ficar com aquela fome enquanto aguarda o lanche, que não chega nem cinco minutos depois.

Enfim, é um lugar aconchegante, com música ambiente de gosto popular, decoração incrível, e que serve comida boa a preço justo. Impossível de não recomentar, certo?!

Agora que sabe desse ugar maravilhoso, não deixe de ir e fazer sua própria opinião. O Bullguer fica no Jundiaí Shopping, no 1º piso, ao lado da Renner.

Tortura fraternal

Você é mãe ou pai? Filho ou filha? Então você sabe sobre o que direi agora!

Você pode ser mãe, e tentar argumentar comigo quanto ao que direi, no entanto, enquanto filho/a, tu sabes exatamente do que estou a falar, e passa a ficar no meio termo entre ser certo ou errado. Então não tentes argumentar comigo explicando o que é ser pai/mãe, pois não funcionará.

Uma criança cresce vendo o exemplo de seu pai e sua mãe, e esses por sua vez, o mimam o quanto podem. Deixam que estude até a maior idade, sem ter que relar num cabo de vassoura de verdade.

Ate que sua cria cresce, e busca conquistas fora de casa. Pensa somente nas conquistas fora dali, e se quer pensa nas despesas de casa.

Esse jovem esta errado? Do ponto de vista dos pais sim, pois não quer saber de ajudar em casa, não quer criar responsabilidade.

Ja da parte do jovem? Não, pois pra ele o que o futuro lhe guarda é seu crescimento, mesmo que para isso deixe sua família se esguelhando para pagar as contas. Ele simplesmente não entende o que é isso, ou simplesmente almeja mudar de vida, e entende que o que esta passando não foi escolha sua.

O que acontece é que ambas as situações, quando retratadas como vida de alguém, determinam que os pais desse jovem o humilhem. Falem poucas e boas para ele, sem se quer pensar no que se passa na cabeça/ação desse jovem.

Com isso são geradas insatisfações, depressões, arrependimentos. Alguns saem de casa e passam a viver na rua, passando necessidades, desde que vivam como querem. É isso que almejam a seus filhos?

Caso não, reflitam sobre a responsabilidade que seus filhos tem de fato sobre sua vida. Não faça de suas escolhas um castigo para ele

Essa historia não acontece/aconteceu comigo, no entanto escuto relatos, e sei que esses jovens se afetam pelos pais, e que podem por muito cometerem a maior besteira da vida de seus pais, sem qualquer retorno disso.

Pense nisso!

Sobre se sentir neutro

Ouve-se sempre quando se está crescendo que a vida não é fácil. Que você está passando por ela e que tomará muitos murros no estômago sempre que ela tiver vontade. E sim, se isso nunca te aconteceu, não que eu deseje o oposto, mas a realidade é que vai acontecer.

A doideira do dia-a-dia faz cada coisa com a gente, que é muito comum se pegar pensando em qual é seu papel; do porque continuar remando, remando e remando, se no final de cada episódio, tudo permanece igual.

Seria isso tudo em vão, e você somente um fantoche atingido pelo fracasso e infelicidade?!

Eu sempre tive a positividade bem alta. Do tipo que até mesmo quando está na merda, consegue buscar a calma e visualizar o horizonte limpo. Sempre fui assim, até o dia em que isso mudou, e hoje me defino como alguém de altos e baixos, a que vive no famoso “oito ou oitenta”.

Dia acordo extremamente feliz, mas é só meio risco sair da linha, que essa extrema felicidade se torna na pior sensação que já tive na vida; de completa inutilidade. Não sinto raiva, não sinto nervosismo, não sinto infelicidade em si. Simplesmente não sinto nada. E não sentir, é a pior sensação.

Por vezes, chego a pensar na minha própria existência. Se devo ou não continuar com os meus planos, e torcer para alcançá-los. Mas nem isso me deixa triste, porque cai a ficha de que talvez eu não queira realmente chegar à realização desses planos.

Me disseram que isso é comum, que é uma fase, e realmente torço para que seja. Mas hoje é como se necessitasse de ajuda pra me reencontrar, e estou indo atrás dela, para enfim poder voltar a sentir, independente do que seja.

Filme: The kissing booth

Quem é que não gosta de um bom filme de comédia não é mesmo?! Geralmente é bem difícil de eu encontrar um filme ao qual eu de risadas verdadeiramente espontâneas, daquelas que de fato divertem. Mas o geralmente não é regra, e hoje vim falar sobre um desses bem bons, que não podia guardar pra mim.

A barraca do beijo conta a história de Elle que, junto com seu amigo da vida toda, está passando pelo período de colegial, e vivendo todo aquele dilema adolescente retratados em muitos outros filmes e séries, mas nesse caso, ela acaba passando por cima das adversidades com muita desenvoltura.

É uma produção bem comum, com nada de especial visualmente, mas que tem história boa e atores que couberam perfeitamente aos seus personagens.

Preciso dizer que está disponível no catalogo da Netflix? Acho que né?! Kkkkkkk Então corre pra lista de recém adicionados e assista a esse filme divertidíssimo, pois garanto que não irá se arrepender.